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40ª Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul começa nesta sexta-feira

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Califórnia da Canção Nativa retorna após hiato de um ano
Califórnia da Canção Nativa retorna após hiato de um ano - Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini
Promover a cultura gaúcha e valorizar compositores, instrumentistas e intérpretes da música nativista. Com este mote começa nesta sexta-feira (8) a 40ª Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul, evento que segue até domingo (10), no Teatro Municipal Rosalina Pandolfo Lisboa, em Uruguaiana.
O lançamento oficial do evento ocorreu em agosto, na Expointer 2017, com a presença do governador José Ivo Sartori e secretários de estado. No dia 23 de agosto, o secretário da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sedactel), Victor Hugo, assinou a autorização de financiamento para a Califórnia da Canção Nativa por meio do sistema Pró-cultura RS - Lei de Incentivo à Cultura (LIC).
O festival contará com 20 composições selecionadas que concorrerão em dois dias de eliminatórias, sendo apresentadas 10 na sexta-feira e outras 10 no sábado. No domingo, as 12 composições finalistas serão executadas, concorrendo ao Troféu Calhandra de Ouro.
Na sexta-feira, primeiro dia de eliminatórias, o show de abertura será com os Uruguaianenses Cantam Seus Cantos, enquanto o encerramento será feito pelo cantor e acordeonista Mano Lima. No sábado (9), a abertura será da Camerata Pampeana e o encerramento fica a cargo dos compositores Mário Barbará e Chico Saratt. No domingo, o cantor e compositor João de Almeida Neto encerra a noite da grande final do Festival.
Ordem de apresentação:
SEXTA - 08/12
Banda Oriental
Letra: Fernando Saldanha e Tasso Canaparro
Música: Fernando Saldanha
Ritmo: Milonga
Meu Lobuno é de Papel
Letra: Volmir Coelho
Música: Volmir Coelho
Ritmo: Milonga
Um Homem, Um Cavalo e Um Cachorro
Letra: Silvio Genro
Música: Silvio Genro
Ritmo: Milonga
Na Sombra do Angico
Letra: Rafael Ovídio
Música: Cesar Santos e João Vitor Cembranel
Ritmo: Canção
Nas Asas de Uma Canção
Letra: Paulo Righi
Música: João Chagas Leite
Ritmo: Milonga
As Três Marias de Maria
Letra: Sérgio Carvalho Pereira
Música: Juliano Gomes
Ritmo: Milonga
Rumo Íntimo
Letra: Tadeu Martins
Música: Tuny Brum
Rimto: Milonga
Tatuagens
Letra: Gilberto Carvalho
Música: Lenin Nuñez
Ritmo: Toada
Folcloreando
Letra: Érion Péricles
Música: Érion Péricles
Ritm: Chamarrita
Amor em Trova de Lua
Letra: Gujo Teixeira
Música: Sérgio Rojas
Ritmo: Milonga
SÁBADO - 09/12

De Compadre
Letra: Paulo Ozório Lemos
Música: Fabrício Ocaña
Ritmo: Vaneira
Linguagem
Letra: Anomar Danubio Vieira
Música: Luciano Maia
Ritmo: Milonga
La Cruz Del Sur
Letra: Sergio Carvalho Pereira
Música: Pedro Guerra Pimentel
Ritmo: Milonga
Originários
Letra: Fernando Saldanha
Música: Rodrigo Morales
Ritmo: Milonga
Memórias Profanas
Letra: Robson Barenho
Música: Talo Pereira
Ritmo: Polca
A Vida em Preto e Branco
Letra: Túlio Souza
Música: Arison Martins
Ritmo: Milonga
Valsanejariando
Letra: Carlos Nejar
Música: Sérgio Rojas
Ritmo: Valsa
O Milongueiro Vai
Letra: Érion Péricles
Música: Érion Péricles
Ritmo: Milonga
Aprendendo a Morrer
Letra: Mauro Ferreira
Música: Luiz Carlos Borges
Ritmo: Milonga
Sobra de Baile
Letra: Anomar Danubio Vieira
Música: Juliano Gomes
Ritmo: Chamarra
O Festival
A primeira edição do festival foi em 1971, em Uruguaiana. Em 2004, a Califórnia ganhou o status de patrimônio cultural do Estado.
 
A denominação Califórnia vem do grego e significa conjunto de coisas belas. No Rio Grande do Sul, chamaram-se 'califórnias' as incursões guerreiras, lideradas por Chico Pedro, em 1850, na Região Cisplatina, atual Uruguai. Mais tarde, o termo foi apropriado para corridas de cavalos com mais de dois mil animais.

Mas o significado que prevaleceu foi o de 'conjunto de coisas belas' e 'competições entre vários concorrentes em busca de grandes prêmios' e inspirou o surgimento do festival.
SEDACTEL